A Organização Mundial da Saúde define violência como sendo “o uso intencional de força física ou poder, ameaçados ou reais, contra si mesmo, contra outra pessoa ou contra um grupo ou comunidade, que resultem ou tenham grande probabilidade de resultar em ferimento, morte, dano psicológico, mau desenvolvimento ou privação”. Esse fenômeno é casa vez mais expressivo nos dias atuais.
Se antes, a violência tinha contornos definidos, fosse estatal ou por organizações criminosas, atualmente no Brasil houve uma banalização, o que fez com que a atividade pedagógica assumisse uma posição, na escala de perigo, semelhante às dos agentes de segurança pública.
Estamos assistindo constantemente adolescente fazendo uso de armas e outros instrumentos para prática de crimes dentro de escolas ou em seus arredores, atingindo, principalmente, educadores, corpo administrativo e colegas de sala de aula.
Esse fenômeno cresceu de forma espantadora nos ultimo quatro anos, e pode ter intima relação com o momento político vivido no país que colocou a juventude diante do calabouço da violência política, acirrando o discurso de ódio
Para combater a violência, sobretudo no meio juvenil, precisamos construir novas base politica e sociais no Brasil, baseado no amor e no carisma, destruindo velhas ideias de enfrentamento aos desafios pelo uso da força.
Nesta linha de raciocínio, a construção das bases educacionais, ultrapassam os muros da escola e adentra aos lares, as famílias, sob o risco de que no futuro, além do aumento exponencial das mais variadas formas de violência nos ambientes escolares, esta se desloque de formas assustadoras aos lares atingindo pais e familiares.
Precisamos refletir sobre a politica, nossas ações e os impactos que o discurso de ódio provoca na sociedade, sobretudo, na nossa juventude, atingindo especialmente crianças e adolescentes.




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