Howard Schultz, fundador da Starbucks, dizia que se acordava às 5 da manhã e ia passear com os seus cachorros. Já os funcionários de suas franquias nos aeroportos brasileiros, onde o “Starbucks Quadriginoctuple Frap”, um simples copo de café envolto numa tira de papel, era vendido por R$ 220,00, acordavam às 3, para pegar a condução e chegar a tempo no trabalho.
Enquanto Howard faturava bilhões, os seus empregados desfrutavam de apenas um salário mínimo para se manterem, precariamente, nas capitais e grandes centros nos quais os aeroportos estão situados.
Parece que Howard, distraído com sua boa vida e preocupado em dar lições de sucesso, esqueceu de pagar as contas da empresa, que deve 5 bilhões de reais e teve de fechar todas as suas lojas no Brasil, desempregando todos os trabalhadores que mantinham o seu luxo.
ISOLUX, no Amapá.
ENEL, em São Paulo.
Rastros de incompetência e escuridão!
O escritor Paulo Coelho denuncia que Bolsonaro pediu ao embaixador israelense para Netanyahu dificultar a saída dos brasileiros de Gaza, para prejudicar os esforços de Lula por trazê-los de volta ao país.
Uma GLO usada para o que se deve: a de BolsoDiabo seria para estabelecer um regime autoritário de exceção, contra a Constituição Federal e a Democracia.
A GLO de Lula é para COMBATER o crime organizado, as milícias, o contrabando e o tráfico de drogas.
O DÉFICIT ZERO é um instrumento da direita para impedir investimentos sociais e garantir que o dinheiro público fique nos bancos, gerando dividendos privados, através do pagamento de juros para os especuladores.
O rigorismo fazendário é uma maquiagem que tenta esconder a manipulação econômica da elite, que quer o dinheiro público servindo apenas aos seus interesses especulativos e ao seu apetite infinito por financiamentos e verbas a fundo perdido.
O segredo do sucesso do grande capital brasileiro sempre foi o dinheiro público.
A extrema-direita só precisa capturar a estupidez natural das pessoas e potencializar as suas frustrações, o seu ódio, superstições e paranoias, como faz hoje através da sua atuação nas redes sociais.
Sua matéria-prima é a burrice, a frustração e o desequilíbrio.
Diferentemente, a democracia demanda racionalidade, paciência, generosidade e tolerância para ser compreendida e experimentada.
Muita gente não compreendia por quê uma doutrina absurda como o nazismo se espalhou tão rapidamente por um país civilizado, culto e tecnologicamente avançado, como a Alemanha.
Como sustentou Hannah Arendt, criadas as condições de possibilidade para a banalização do mal, ele se alastra por qualquer tipo de sociedade, como um rastilho de pólvora, desde as mais ”sofisticadas” como a alemã, até as menos letradas como a nossa.
Todo identitarismo sem consciência de classe trabalhadora é um elitismo incubado à espera da oportunidade de também oprimir.
O uso generalizado da IA irá produzir uma valorização do trabalho intelectual natural e da produção artesanal.
É fácil detectar a artificialidade, a superficialidade e a mediocridade tentando se passar por inteligência, tanto na cibernética quanto nos seres humanos.
Para um burro natural, a inteligência artificial é uma salvação.
Nossa Constituição só não é 100% parlamentarista por causa dos dispositivos da Medida Provisória e do Veto Presidencial.
Fora isso, quem manda mesmo é o Congresso, formado em sua maioria por parlamentares financiados por setores da economia ou do crime organizado.
Governar para o interesse público, nesse contexto, é uma tarefa impossível que só alguém como Lula consegue fazer.
Lula mandou resgatar, em Israel, 150 membros da “igreja” que mais o ataca e critica, a da Lagoinha, do Pastor André Valadão e do Deputado Nikolas Ferreira.
Lula cumpre o que está em Lucas 6:29: “se alguém bater em você numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém tirar de você a capa, não o impeça de tirar a túnica.”
Emerson Barros de Aguiar é escritor, teólogo, filósofo político e colunista do Canal TV Brasil 247 e Dose Dupla, no YouTube.




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