
De acordo com a ex-prefeita do Conde Márcia Lucena em participação ao programa Paraíba Sim do canal Roda de conversa, a operação calvário foi bem mais cruel do que a Lava Jato, pois, apesar da Lava jato ter tido vários erros jurídicos os investigados tiveram, mesmo de forma não justa, um julgamento, contudo na Paraíba, não ocorreu Julgamento, mas a condenação sumária dos investigados, prendendo os atores políticos de relevante importância estadual, desgastando de tal forma os investigados que foram quase que expulsos da politica de forma covarde e injusta.
Após quatro anos esses processos encontram-se no TRE, e nada acontece processualmente, apenas reforçando a perseguição politica sofrida pelos envolvidos, além desse processo foram se somando a outros que andam juntos com a operação calvário.
A ex-prefeita, ficou por dois anos usando tornozeleira eletrônica, por muito tempo teve que ir assinar na justiça, ainda tem seus bens bloqueados por todo esse tempo e ainda não houve julgamento. Tem um processo relacionado a compras de livros, onde Márcia explica, que a compra dos livros foi realizada por meio do FNDE, onde o Fundo licitava as compras dos livros didáticos e as prefeituras aderiam ao pregão , portanto a licitação foi realizada pelo Ministério da Educação e não pela prefeitura do Conde, ou Por Márcia Lucena, desta forma se houve irregularidades, foram feitas pelo FNDE.
“Eu não posso ser responsabilizada por isso, e não houve nada de errado, está tudo perfeito, tudo certo, o Brasil inteiro comprou livros didáticos por meio deste pregão”, desabafou Márcia Lucena.
Essa declaração de Márcia Lucena evidencia a confiança e a convicção em relação à situação mencionada. Ao expressar que não pode ser responsabilizada e que tudo ocorreu de forma perfeita, Lucena transmite uma forte mensagem de segurança e assertividade. Além disso, ao mencionar que “o Brasil inteiro comprou livros didáticos por meio deste pregão”, ressalta a amplitude e relevância do processo em questão. Suas palavras refletem sua posição firme e determinada, defendendo a integridade e legalidade das ações realizadas.
Ainda à acusam de superfaturar licitações, contudo um perito contratado, atestou que a ex-gestora do município do Conde, não apenas não superfaturou, como economizou de 30% a 50% nos valores das medicações compradas pela prefeitura.
Até por tráfico de drogas a ex-gestora foi acusada, quando houve o descarte de medicações e dentre essas, medicações de tarja preta, mas essa acusação mudou para outro tipo.
Tudo isso que a Márcia vem sofrendo nesses últimos quatro anos, é sem provas, sem substância, sem julgamento, sem condenação o que deixa claro a perseguição sofrida pela ex-gestora.




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