
Desde que vieram à tona as novas denúncias de fraudes bilionárias no INSS, uma narrativa tem tentado inverter a realidade dos fatos: sugerir que o problema nasceu no governo atual, enquanto os verdadeiros responsáveis caminham livremente pelo Congresso Nacional.
É preciso repor a verdade — com nomes, datas e responsabilidade política.
As fraudes começaram em 2020, sob Bolsonaro e Moro
As investigações mostram que o esquema de fraudes contra o INSS teve início em 2020, no auge do governo de Jair Bolsonaro. Nesse período, o então ministro da Justiça era Sérgio Moro, hoje senador e ainda tentando posar de paladino da moralidade.
Não se trata de opinião: são dados. O golpe foi articulado durante um governo que:
- desmontou estruturas de controle e fiscalização do Estado;
- aparelhou órgãos públicos com militares e aliados ideológicos;
- transformou o INSS num balcão de negócios para clientelismo e desvio de verba pública.
Enquanto o discurso era de “combate à corrupção”, o submundo das fraudes florescia em silêncio, protegido pela inoperância deliberada de quem deveria fiscalizar.
O governo Lula descobre o rombo e age
Ao assumir em 2023, o Governo Lula herdou um Estado sucateado, instituições desmobilizadas e rombos deixados por quem passou anos atacando o serviço público em nome de uma suposta “eficiência”.
Quando as fraudes começaram a ser identificadas, o atual governo não escondeu nada.
Ao contrário:
- Organizou uma força-tarefa com CGU, AGU e INSS para investigar e estancar os prejuízos;
- Determinou reembolso dos valores pagos indevidamente;
- Enviou os relatórios para Polícia Federal, Ministério Público e Tribunal de Contas da União;
- Abriu espaço para apuração e punição — mesmo que isso significasse escancarar a sujeira herdada.
Isso é governar com responsabilidade.
Isso é defender o interesse público.
Onde estavam os moralistas de ocasião?
É curioso — e revelador — que Bolsonaro, Moro e seus aliados não tenham se manifestado com indignação agora. Nenhuma CPI proposta por eles. Nenhuma exigência por investigação. Nenhum pedido de desculpas ao povo brasileiro.
E por quê?
Porque as digitais deles estão na cena do crime.
Porque a corrupção que pretendia combater crescia sob seus olhos — ou sob sua proteção.
CPI já! Punição exemplar para quem saqueou o Estado
A resposta do povo e das instituições tem que ser firme:
CPI JÁ!
CADEIA para os verdadeiros criminosos!
DEVOLUÇÃO dos valores e reparação ao povo!
A impunidade dos “de cima” não pode continuar. Quem usou o Estado para desviar dinheiro de aposentadorias, auxílios e benefícios sociais atacou os mais pobres, os trabalhadores, os idosos e os vulneráveis.
Isso é crime contra o povo.
E merece justiça.
Conclusão: A verdade tem lado — e nome
Quem fraudou o INSS não foi o governo Lula.
Foi a gestão Bolsonaro, sob o silêncio conveniente de Sergio Moro.
Agora, quem paga o preço — e trabalha para reparar os danos — é o governo que eles tentam deslegitimar.
Os fatos são teimosos.
E quem tem memória não se deixa enganar por discursos de ocasião.




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