
Traição à pátria. Obstrução de Justiça. Conspiração internacional.
Os nomes são duros — mas nenhum mais duro que a realidade que enfrentamos.
Enquanto o povo brasileiro enfrenta as consequências do desmonte promovido nos anos do bolsonarismo — desemprego, fome, armas soltas, destruição ambiental e ataques à democracia — os protagonistas desse projeto continuam agindo nas sombras, dentro e fora do país. Agora, a denúncia é gravíssima: o deputado Lindbergh Farias entregará à Polícia Federal um dossiê que aponta ações do senador Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos para sabotar instituições brasileiras e interferir nas investigações sobre o 8 de janeiro. O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro também esteve envolvido, anos atrás, em articulações semelhantes.
O conteúdo do dossiê revela tentativas de Eduardo Bolsonaro de mobilizar agentes norte-americanos contra o STF e o sistema eleitoral brasileiro. Uma operação internacional para desacreditar o Brasil e proteger criminosos.
É mais do que golpismo — é traição.
É mais do que discurso de ódio — é uma ação concreta para minar o Estado brasileiro por dentro, com apoio externo.
Mais grave do que o 8 de janeiro, como define Lindbergh.
Não é política. É crime.
A Constituição é clara. Ninguém está acima da lei — muito menos aqueles que juraram defendê-la. A articulação política com potências estrangeiras contra as instituições nacionais é uma violação direta da soberania popular. São ações que remontam aos períodos mais sombrios da nossa história, como os que antecederam o golpe de 1964.
Mas o Brasil mudou. Não estamos mais de joelhos.
O povo exige Justiça.
Essas ações não podem ser tratadas como divergência política. Estamos falando de crimes contra o Estado Democrático de Direito. Golpismo, traição, conspiração, sabotagem — isso tem nome e tem punição prevista. O envolvimento do clã Bolsonaro em articulações com think tanks e setores da extrema-direita estadunidense precisa ser investigado com urgência e rigor.
Não aceitaremos anistia, silêncio ou impunidade.
Não aceitaremos que os inimigos da democracia sigam soltos, com mandatos e passaportes diplomáticos.
O Brasil exige responsabilização.




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