Enquanto os povos clamam por paz, pão e dignidade, os senhores da guerra — EUA, OTAN, Israel e Ucrânia — intensificam suas ações militares, políticas e econômicas, alimentando a máquina global de destruição. Hoje, a ameaça de uma guerra atômica já não é mais um delírio conspiratório. É um risco real e crescente, operado à luz do dia pelas potências que se autoproclamam democráticas.
Do Leste Europeu ao Oriente Médio, o que se vê é a escalada de bombardeios, sanções, pactos bélicos e provocações nucleares. Tudo sob a falsa justificativa de “defesa da civilização ocidental”.
Mas a verdade que os grandes meios escondem é simples e brutal: essas potências estão arrastando o planeta para o colapso, em nome do lucro das indústrias de armas, da geopolítica da morte e da dominação imperialista.
Israel segue com sua ofensiva brutal contra o povo palestino, desrespeitando tratados, desafiando a ONU e ameaçando expandir a guerra para o Líbano e o Irã. Os EUA, por sua vez, seguem financiando múltiplos conflitos, empurrando a OTAN para novos confrontos, em vez de buscar a diplomacia. A Ucrânia, encurralada e instrumentalizada, se tornou um estopim global, com apoio bélico bilionário para prolongar uma guerra que já devastou seu próprio povo. E a União Europeia — cúmplice silenciosa — aceita tudo isso como “necessário”, desde que os lucros do gás, do aço e dos bancos sigam intactos.
É um projeto de morte. Planejado. Frio. Global.
A ameaça de guerra atômica não é mais ficção científica. Está nas entrelinhas dos discursos oficiais, nos arsenais em prontidão, nas movimentações militares que se intensificam sob silêncio cúmplice da imprensa internacional.
Enquanto isso, o Sul global — América Latina, África, Ásia — é tratado como território secundário. Como se nossos corpos não queimassem na mesma explosão. Como se a radiação obedecesse fronteiras. Como se houvesse vencedor no fim de uma guerra nuclear.
É hora de levantar a voz.
Desde a Paraíba, do Brasil profundo, do chão onde pulsa a vida real — reafirmamos o compromisso com a paz, a autodeterminação dos povos, a justiça entre nações e o desmonte da máquina de guerra.
Não aceitaremos que nos arrastem para o apocalipse atômico em nome de interesses que não são os nossos. Não há nada de civilizado em tanques, drones e ogivas. Não há nada de democrático em bombardear crianças. Não há nada de justo em alimentar a guerra quando o mundo clama por pão.
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