
Passaram as ocasioes por teus portoes/
Os ventos frescos e os môrbidos/
Como se fossem um sôlido rochedo/
Abrindo alas nos poros /
Como se cortassem a face da dùvida/
E do cambalear./
Viraste à esquerda onde havia mais mendigos/
Nao digo que nao havia abrigos/
Mas todos fràgeis sob os vendavais./
Nao queres mais pensar na conclusao/
A de uma humanidade
voraz/
Onde tu- minùscula semente –
Vés o capataz/
O cifrao audaz
Posando em tantas mentes/
A semear destruiçao.//
Clermont-Ferrand, France
Poema 27 da série ” Olhos e Lunetas Poéticas” de R. Batistar, “Pessimismo ou realismo”,




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