
Nos últimos dias, o mundo assistiu a mais um capítulo da disputa entre dois projetos de mundo. De um lado, a velha ordem imperial comandada pelos ricos do planeta — Estados Unidos, Europa, grandes corporações, os donos da guerra e do capital. Do outro lado, um novo campo que se ergue: o BRICS+, um bloco liderado por países do Sul Global que reivindicam soberania, cooperação e desenvolvimento justo.
Donald Trump, novamente à frente da ofensiva ultradireitista internacional, decidiu atacar o Brasil com um aumento de 50% nas tarifas sobre nossas exportações. O motivo? A Justiça brasileira julga seu aliado de extrema-direita, Jair Bolsonaro, pelos crimes de tentativa de golpe e conspiração antidemocrática.
Mas o que está por trás desse ataque? Não é apenas a defesa de Bolsonaro. É a defesa de um modelo mundial onde os ricos mandam e os pobres obedecem. Onde o Brasil deve permanecer como colônia. Onde o trabalhador serve e o banqueiro lucra.
A resposta veio à altura. O presidente Lula não se curvou. Pelo contrário, reafirmou o Brasil como país soberano, ampliou os laços com Índia, China, África do Sul e Rússia, e fortaleceu o papel do nosso país como liderança global no BRICS+. Não aceitamos tutelas. Não aceitamos ameaças.
Nas redes sociais, o recado do povo foi claro: Respeita o Brasil!
Enquanto o bolsonarismo derrete, isolado e sem projeto — nem para o Brasil, nem para o povo —, o campo popular se movimenta. O povo brasileiro compreende que a luta hoje não é apenas interna, mas internacional. É ricos contra pobres, império contra soberania, escravidão financeira contra libertação social.
A TV Roda de Conversa reafirma sua posição: estamos com os que lutam por um Brasil altivo, livre e justo. Não nos calaremos diante do entreguismo, da submissão ou da manipulação.
O Brasil não será mais uma colônia. Com o povo e com o mundo, seguimos em marcha!
A TV Roda de Conversa está ao lado da classe trabalhadora.
Do lado de quem pega ônibus lotado. De quem acorda antes do sol nascer. De quem enfrenta fila de hospital e salário curto todo mês.
Se o Congresso se opõe ao povo, é o povo que deve se opor a esse Congresso.
Basta de exploração! Basta de submissão!
Por um Brasil justo para quem trabalha!




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