Ao anunciar medidas firmes contra o tarifácio de Washington, o presidente não apenas defendeu a economia nacional, mas reafirmou que o Brasil não será colônia de ninguém. A resposta de Lula mostrou que, diante da tentativa de submissão, há governo e há povo disposto a resistir.

E mais: deixou Bolsonaro e sua turma de joelhos, isolados na cena política, reduzidos ao papel vergonhoso de correia de transmissão dos interesses estrangeiros.

A direita brasileira apostou no caos. Bolsonaro corre para defender Trump e atacar o próprio país, enquanto seu partido se agarra às brechas do Congresso para sabotar a reconstrução nacional. É a velha lógica da elite submissa, que prefere entregar nossas riquezas a lutar por um Brasil justo.

Mas a maré virou. O povo enxerga quem está de cada lado da trincheira: de um lado, Lula e a maioria trabalhadora, afirmando o Brasil soberano; do outro, a extrema-direita que serve ao império.

O embate não é apenas comercial. É político, estratégico, civilizatório. Quando Lula se articula com os BRICS, fortalece alianças no Sul Global e aponta para a transição energética e a integração latino-americana, ele desafia décadas de dependência.

Por isso a reação tão furiosa de Trump e dos seus aliados locais: temem um Brasil que decide por si mesmo, que fala com a própria voz e que, ao invés de ajoelhar-se, oferece ao mundo um caminho de dignidade.

Nos próximos meses, a disputa vai se intensificar. O imperialismo não recua facilmente, e a extrema-direita seguirá tentando semear o ódio. Mas a lição deste episódio é clara: quando o governo escuta as ruas, quando se apoia na mobilização popular e nas forças democráticas, o Brasil pode enfrentar gigantes.

Não estamos sozinhos: os trabalhadores, os movimentos sociais, a juventude e os povos do mundo que também lutam contra a exploração caminham ao nosso lado.

“Brasil soberano” não é apenas um lema; é a expressão de uma necessidade histórica.

É a certeza de que a riqueza produzida aqui deve servir ao nosso povo. É a consciência de que não há democracia sem independência, nem independência sem luta.

Hoje, Lula mostrou que é possível enfrentar Trump, desmascarar Bolsonaro e reerguer a autoestima nacional.

Mas a tarefa é de todos nós: construir, no dia a dia, a soberania popular e a verdadeira liberdade do Brasil.

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