O tabuleiro político brasileiro está em chamas. O STF, desgastado e em queda de prestígio, já não dita sozinho os rumos da crise. Quem se mantém firme é Lula, que mesmo sob ataques e pressões, segura as rédeas do país. A prisão de Bolsonaro simboliza o fim de um ciclo de ódio, corrupção e golpismo que tentou sequestrar a democracia.
Eis que surge a carta de Donald Trump, o guru da extrema-direita mundial, em defesa de seu aliado derrotado. É a tentativa de ressuscitar um projeto falido: o da mentira, da violência e do ataque às instituições. Mas o Brasil não é colônia de Trump, nem refém de Bolsonaro.
O contraste é nítido: de um lado, os inimigos do povo, dispostos a tudo para manter privilégios e impor retrocessos; do outro, um governo que, com todas as contradições, preserva legitimidade e aponta para a reconstrução.
Cabe agora ao povo transformar esse momento em avanço real: exigir justiça, não permitir anistias e barrar qualquer tentativa de golpe. Bolsonaro e Trump são duas faces de um mesmo projeto antidemocrático — e só a mobilização popular poderá enterrar de vez essa ameaça.
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