O Brasil inicia setembro sob o peso da história. O Supremo Tribunal Federal julga, a partir desta semana, o golpe fracassado de Jair Bolsonaro — uma trama que uniu extrema direita, militares golpistas e interesses obscuros do grande capital. Não se trata apenas de punir um ex-presidente que atentou contra a democracia, mas de afirmar que o Brasil não aceitará retrocessos nem aventuras autoritárias.

Enquanto a extrema direita se agarra a Donald Trump e aos setores mais reacionários da Faria Lima, Lula projeta o país no tabuleiro internacional com os BRICS. A aliança que reúne Brasil, China, Rússia, Índia, África do Sul e novos membros mostra que é possível enfrentar o poder imperialista do dólar, construir caminhos de soberania e abrir espaço para que os povos tenham voz diante do capital financeiro global.

De um lado, o golpismo, o ódio, a submissão aos interesses dos bilionários. Do outro, a resistência popular, o fortalecimento da democracia e a aposta em um Brasil soberano, integrado a um mundo multipolar. O julgamento de Bolsonaro é mais que um processo jurídico: é a linha que separa a barbárie da esperança.

Neste Setembro da Pátria, afirmar a independência é também afirmar que o Brasil não se curva ao imperialismo, nem dentro nem fora de suas fronteiras. Lula e o BRICS apontam para o futuro. Bolsonaro e Trump representam o atraso. E o povo brasileiro saberá escolher o lado certo da história.

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