
Ameaças à Venezuela são ameaças à América Latina inteira. Quando Donald Trump — símbolo máximo do imperialismo e da extrema direita norte-americana — volta a apontar suas garras contra a pátria de Simón Bolívar, ele não mira apenas Caracas, mas todo o continente latino-americano e caribenho. O alvo é pleno de significados: a Venezuela é o coração pulsante da Revolução Bolivariana, berço do sonho de integração e libertação da “Pátria Grande”, projeto que sempre desafiou o domínio colonial e o jugo dos impérios.
Hoje, como ontem, a agressão não se disfarça. Sob o manto hipócrita da “defesa da democracia”, o imperialismo norte-americano tenta desestabilizar governos soberanos, manipular crises internas e impor sanções que castigam o povo. O que Trump e seus aliados realmente temem é o exemplo de resistência e dignidade de um povo que, mesmo sob bloqueio e sabotagem, não se ajoelha.
É por isso que a hora exige firmeza e unidade. América Latina e Caribe precisam se erguer em um só grito: não à intervenção! não à guerra! não ao saque dos nossos recursos! Da Venezuela à Argentina, de Cuba ao Brasil, é o mesmo inimigo que se move — o velho imperialismo travestido de “libertador”, sempre pronto a transformar nossas riquezas em lucro e nossos povos em subalternos.
A solidariedade à Venezuela é mais que um gesto diplomático: é um ato de defesa continental. Defender a Revolução Bolivariana é defender a soberania da América Latina, a integração dos povos, a autodeterminação e o direito de construir um futuro sem tutelas estrangeiras.
Como disse Bolívar, “a unidade de nossos povos não é simples quimera dos homens, mas inevitável decreto do destino”. E esse destino, hoje, convoca todos os latino-americanos a resistir juntos — pela paz, pela independência e pelo renascimento da Pátria Grande.




Deixe um comentário