A prisão de Jair Bolsonaro marca um ponto de virada histórico na vida política do país. O que parecia impossível durante anos — a responsabilização real de um ex-presidente que flertou abertamente com o golpismo — finalmente ocorreu. Hoje, mais do que uma operação policial, assistimos ao desmoronamento simbólico e prático da extrema-direita brasileira.
“Bolsonaro preso: queda histórica da extrema-direita.”
Não é exagero: a arquitetura política que sustentou fake news, ataques às instituições e ódio organizado sofre sua maior derrota. O mito desmorona porque sempre foi sustentado por mentiras, violência e manipulação.
“Cai o mito: Bolsonaro é detido e o país vira página.”
Por anos, a imagem construída de líder incorruptível serviu como cortina para esquemas, rachadinhas, conexões milicianas e tentativa de golpe. Agora, com a detenção, o país começa a encerrar um ciclo de tensão permanente e oxigena o ambiente democrático.
“Prisão de Bolsonaro expõe trama golpista da direita.”
A investigação revela o que a extrema-direita negou até o fim: houve planejamento, articulação e estrutura para tentar derrubar o resultado das urnas. A prisão não é ato isolado; é parte de um enredo que inclui generais, assessores e financiadores de um projeto autoritário.
“Justiça alcança Bolsonaro: Brasil respira aliviado.”
Há uma sensação de alívio nacional. Não porque a política encontre uma solução mágica, mas porque a democracia dá um passo firme na direção da verdade. O país mostra que não aceita mais ameaças veladas, bravatas golpistas ou ataques ao Estado de Direito.
“Fim da impunidade: Bolsonaro é capturado pela PF.”
O recado é claro: ninguém está acima da lei. O Estado brasileiro, pela primeira vez em décadas, mostra que o aparelho golpista construído nos bastidores pode, sim, ser desmontado à luz do dia.
A prisão de Bolsonaro não encerra a luta política — ela inaugura um novo capítulo. Um capítulo em que o Brasil decide se quer, finalmente, superar o legado de autoritarismo e violência que marcou os últimos anos, ou se continuará refém daqueles que tentam transformar o país em trincheira de ódio.
Hoje, o Brasil vira a página. E a TV Roda de Conversa acompanha cada linha escrita pela história.

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