
Abandonei o afeto pelo algoz/
Vasculhei o vulto vàndalo/
Ex venerado valete dos meus vaos/
Do desvao da doce deidade que fui/
Fugindo da falàcia e do va teu faro/
Crendo ainda no queixume de uma gueisha./
Odiei o horripilante oitao entre teus olhos/
O perverso peso da palavras que passeia/
Na memoria das magnôlias que màdidas te mandei/
Detesto esse dono de ducados/
Tremendo de temor sem plus de valia/
Abandonei o aro no anular/
E liberada do teu làbio canibal/
Revivi o véto que meu pai aconselhou:/
_Proîbe-se qualquer sofrer/
Se és a vîtima!
Reims, la Marne, 30.VI.2008




Deixe um comentário